Manutenção

Raios no mar: como proteger o seu barco? 

Este texto sobre raios no mar vai começar com um case aqui da Electra Service. E quem conta é Roberto Brener, engenheiro e diretor da Electra Service. 

O Cláudio é um daqueles clientes que com o passar dos anos virou um amigo. Empresário de sucesso, realizou seu sonho, comprando um belíssimo veleiro francês novinho em folha e totalmente equipado. 

Com poucos meses de uso, a maioria dos eletrônicos não já funcionava, havia falhas na comunicação entre eles, o rádio VHF ligava más não transmitia nem recebia, além de muitos equipamentos elétricos apresentarem funcionamento irregular. 

A antena de VHF do mastro do veleiro não estava mais lá, talvez tivesse caído. De qualquer forma, o cenário era estranho, ainda mais se tratando de um estaleiro famoso e de uma marca renomada de eletrônicos. Tentamos pôr uma nova antena de VHF,  mas tamanha foi nossa surpresa quando chegamos ao topo do mastro e a “ex-antena” de VHF estava derretida, fundida ao mastro de alumínio. 

Antes disso, eu já havia visitado um barco a motor de 62 pés importado, cuja parte elétrica parecia digna de um exorcismo. Encontramos uma antena de DGPS totalmente carbonizada, nenhum eletrônico funcionava e as manetes eletrônicas de um dos motores não engatava.  

A esta altura, você já deduziu que a semelhança entre esses dois casos tem algo com raios no mar. Mas se achar que isso é raro ou difícil de acontecer, saiba que este tipo de problema é comum, muito mais em veleiros, é claro, mas também pode ocorrer em lanchas.  

Roberto Brener

 

Descarga no mastro de um veleiro

 

Raios no mar: como proteger o barco
Descarga no mastro de um veleiro.

Agora que você já descobriu, por meio de uma história real, o que pode acontecer com seu barco por causa de raios no mar, precisa descobrir, também, como proteger a si e ao barco dessas descargas elétricas da natureza.

De acordo com levantamento feito pelo Grupo de Eletricidade Atmosférica do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), o Brasil tem a maior porcentagem de mortes por raios no mundo, além de sofrer mais prejuízos econômicos em decorrência de tempestades elétricas comparado a outros países. Nosso território é atingido por 70 milhões de raios por ano, ou seja, duas ou três descargas elétricas por segundo.

Os especialistas criaram um índice que determina o número de dias de tempestade por ano em diferentes regiões. Esse índice é chamado de índice ceráunico. Abaixo, veja essa mensuração em algumas cidades do Brasil. 

 

Curitiba-PR 53 Londrina-PR 84
Rio de Janeiro-RJ 24 São Paulo-SP 38
Porto Alegre-RS 20 Florianópolis-SC 54
Joinville-SC 76 Xanxerê-SC 88
Passo Fundo-RS 74 Tubarão-SC 68
Blumenau-SC 70  

Em comparação, esse mesmo índice para a Europa fica entre 5 a 30.

 

Raios no mar: por que é prejudicial para o barco?

Uma embarcação navegando representa um ponto de condução proeminente sobre uma superfície plana. Com isso, é mais exposta a ser atingida por um raio que o ambiente ao seu redor. Apesar disso, a probabilidade de ser efetivamente atingida por um raio é muito baixa, já que o número de raios no mar é baixo, segundo o índice ceráunico. 

 

A força de um raio

O raio é a união violenta das cargas positivas e negativas, produzindo uma descarga elétrica através de gases de baixa condutividade. A corrente de uma descarga atmosférica é da ordem de 15.000 A, podendo chegar a 200.000 A. O tempo de duração total de um raio é de, aproximadamente, 200 microssegundos. Porém, a frente de onda ocorre em apenas 1,2 microssegundos. Portanto, é uma quantidade enorme de energia com, também, um enorme potencial de destruição.

 

Por que os raios acontecem?

Os raios ocorrem quando nuvens denominadas cúmulus-nimbus se elevam no céu como grandes torres de algodão, brancas no alto e escuras na base. Este tipo de nuvem está sempre carregada eletricamente e é este o tipo responsável pelas tempestades. Desta forma, uma diferença de potencial enorme é criada, produzindo-se o raio que vence a rigidez dielétrica do meio (ar ou vapor de água). Simultaneamente ao raio (descarga), se produz a luz (relâmpago) e, em seguida, o som (trovoada).

Raios no mar: como proteger seu barco
Nuvem Cumulus-Nimbus, típica nuvem de tempestade de raios

As descargas podem ocorrer de três formas diferentes:

  • Dentro da nuvem;
  • De uma nuvem a outra
  • Da nuvem à terra. 

Estas duas últimas são as que nos interessam, por serem as que provocam danos por significarem raios no mar e na terra. 

 

Como proteger a embarcação dos raios no mar?

Infelizmente, não existem embarcações à prova de raios, mas, felizmente, existem sistemas de proteção que atenuam os efeitos que a queda de um raio poderia causar. 

Navios, por exemplo, são atingidos, mas sem grandes consequências. Isso porque  são grandes massas metálicas que, em contato com o mar, representam um amplo caminho para dissipação de energia. 

Já um barco menor, que normalmente é feito de fibra de vidro ou madeira, não conta com esse caminho natural de dissipação. Assim, toda a energia recebida vai buscar — e se não achar, vai fazer — um caminho para atingir a água e se dissipar. Acredite, ali há energia suficiente para furar um casco de fibra de vidro.

É raro encontrar um barco devidamente protegido contra raios. A ironia é que, de fato, instalar um sistema de proteção aumenta, e muito, a probabilidade do barco ser atingido por raios no mar. Isso porque o objetivo de um sistema de proteção não é evitar o raio, uma vez que isso não é possível, mas, sim, diminuir os danos e a chance de morte caso a embarcação for atingida.

 

Tudo sobre o sistema de proteção contra raios para barcos

Um bom sistema de proteção se constitui de:

  1. Um para-raios ou haste captora;
  2. Um condutor elétrico para conduzir a energia até a água;
  3. Terra física (no caso das embarcações, um elemento que assegure contato elétrico com a água na qual flutua a embarcação).

O para-raios é constituído de um mastro pontudo feito de material condutor. Normalmente, ele é preso ao ponto mais alto da embarcação, também é possível usar uma antena de rádio, embora a maioria não tenha capacidade para isso. 

Já o condutor deve ser um fio, cordoalha ou uma tira de cobre, de, no mínimo, 21mm quadrados de seção. Deve ser instalado de modo a percorrer do mastro até a terra da forma mais reta e curta possível. 

O elemento mais eficiente que assegura contato elétrico com a água na qual flutua a embarcação é a placa à terra. Essa placa pode ser de cobre, monel ou bronze naval, que deve ter, pelo menos, 5mm de espessura e não menos do que 0,1 m quadrados. Não é recomendável usar como placa de descarga outras partes submersas, como hélice, pá do leme, placa para radiotransmissores, etc. É melhor usar as conexões parafusadas com arruelas dentadas de contato, tudo isso bem fixado. As conexões não devem ser soldadas pois podem derreter. 

Segundo normas, uma embarcação para estar bem protegida deve ter seu para-raios instalado de forma a formar um conde de proteção de 45 graus em que toda a embarcação esteja inserida. Mas isso é viável apenas para alguns veleiros ou embarcações de grande porte. 

Raios no mar: como proteger seu barcoRaios no mar: como proteger seu barco

Para completar, há dispositivos que podem ser instalados nos rádios para facilitar a passagem das descargas quando elas atingem uma de suas antenas, sem danificar os rádios ou o sistema elétrico. Esses dispositivos são chamados de “lightning arrestors” ou descarregadores. 

 

Raios no mar: qual é a melhor proteção contra eles?

Apesar de o sistema ajudar, a melhor proteção contra raios no mar é não estar a bordo durante qualquer tempestade. No entanto, se você for pego de surpresa em um barco protegido ou não, é indicado tomar as seguintes medidas:

  • Permaneça no centro da cabine. Se for uma lancha aberta, fique abaixado para que seu corpo, que é um bom condutor, não seja o para-raios do barco;
  • Mantenha braços e pernas dentro do barco, nada de tocar a água;
  • Pare de pescar, de esquiar, não nade ou faça nenhuma atividade na água. Tenha em consideração que mesmo vendo a nuvem ou tempestade longe, o raio pode ocorrer uma milha avante;
  • Não opere nem encoste em nenhum aparelho eletrônico, principalmente o VHF. Jamais fale no VHF durante uma tempestade de raios. Mantenha os eletrônicos desligados;
  • Abaixe as antenas de VHF, SSB, Outriggers, varas de pesca e qualquer outra protuberância que não faça parte do sistema de proteção contra raios.
  • Na medida do possível, não encoste em partes metálicas distintas, ou em equipamentos ligados a sistemas elétricos distintos. Por exemplo, as manetes e a armação metálica do para-brisa. Seu corpo pode ser o menor caminho para uma descarga atingir o ponto mais baixo da embarcação partindo de uma das suas mãos. 

 

Conheça a Electra Service

A Electra Service é referência em soluções tecnológicas, em elétricas e eletrônica naval, com quase 30 anos de experiência. Aqui, você pode contar com eletrônicos de navegação, thrusters elétricos, thrusters hidráulicos, bem como projetos e instalações elétricas em embarcações. Mande uma mensagem aqui no site ou pelo WhatsApp e saiba mais.

 


Bateria para barco

Bateria para barco: tudo que você precisa saber sobre cuidado e manutenção

Todos sabem a importância de manter a bateria para barco com a manutenção em dia. Além disso, também ter uma boa conduta de uso para não acabar diminuindo seu tempo de vida útil da bateria.  

É fundamental ter o sistema de baterias em bom estado, para alimentar os sistemas de conforto, navegação e segurança. Assim, é possível manter a confiabilidade da sua embarcação. 

Cuidar das baterias também é importante do ponto de vista econômico, se forem usadas incorretamente, você terá que trocá-las a cada temporada. Por outro lado, ao fazer bom uso e manter a manutenção em dia, a bateria para barco pode durar muito. Capitães bem cuidadosos podem conseguir usar um mesmo sistema de baterias entre 6 e 8 anos, por exemplo.

 

Bateria para barco: o que significa cuidar bem dela?

Você já viu a importância de ficar de olho na bateria do seu barco para saber se ela está em bom estado. Mas, como dito, também é importante colocar práticas de bom uso e manutenção na sua rotina para garantir sua qualidade e prolongar seu tempo de vida útil. 

São práticas bem simples, mas que fazem total diferença. Confira nos tópico a seguir.

 

Carga e descarga

O fator mais importante na hora de cuidar bem da bateria para barco é evitar descargas profundas.

Descarregar abaixo de 50% da capacidade total reduz significativamente a vida útil. Ainda pior é deixar que as baterias descarreguem completamente, pois é extremamente prejudicial.  Além disso, fazer cargas parciais abaixo de 80% de sua capacidade total, também encurta o tempo de vida útil de um sistema de baterias.

Quando não estão sendo utilizadas, a carga e descarga da bateria também merece atenção. Mesmo quando as baterias estão totalmente desconectadas, o estado de carga diminui entre 1% e 3% ao mês. Ou seja, também é indicado carregar a bateria periodicamente durante o inverno, ou quando o barco não está sendo usado.

 

Monitoramento dos sistemas de bateria para barco

Bateria para barco

Sabia que inúmeras embarcações, como barcos e lanchas, não possuem monitoramento dos sistemas de bateria? É um número surpreendente, principalmente porque não se limita apenas a embarcações antigas. Alguns estaleiros até instalam e fornecem bons sistemas para monitorar as baterias, mas não é muito comum ver esses sistemas negligenciados, sem manutenção e até desligados.

Se a sua embarcação não conta com monitoramento de bateria para barco, saiba que há inúmeros equipamentos, sistemas e instrumentos para monitorar as suas baterias.com esse fim. 

Entre as opções, existem os cronômetros analógicos que medem a tensão das baterias, comuns, principalmente, em embarcações antigas. No entanto, esses não são muito úteis pois para poder diagnosticar se uma bateria está carregada ou não, a leitura deve se concentrar na faixa próxima a sua tensão nominal.  

Por exemplo, para um sistema de 12 volts, não adianta ter um voltímetro de 0-15 volts. O indicado é um instrumento que meça e mostre a tensão entre 11.5 e 15 volts. Já para um sistema de 24 volts,  esse mesmo instrumento deve mostrar a tensão entre 23 e 30 Volts.

Assim, é necessário desligar o consumo e os carregadores de bateria por, pelo menos, 15 minutos. Então, faça as leituras de tensão nesses voltímetros para identificar o estado de carga das baterias a bordo.

 Abaixo, confira como essas leituras podem indicar o estado do banco de baterias.

Bateria para barco

Conheça as soluções da Electra Service

A Electra Service é referência em soluções tecnológicas, em elétricas e eletrônica naval, com quase 30 anos de experiência. Aqui, você pode contar com eletrônicos de navegação, thrusters elétricos, thrusters hidráulicos, além de serviços técnicos, manutenção, engenharia e muito mais. Mande uma mensagem aqui no site ou pelo WhatsApp e saiba mais.

 


como evitar corrosão

O mar comeu a porca? Descubra como evitar a corrosão

 

Tratada com um assunto assustador e abstrato, a Eletrólise ou Corrosão, é uma ciência exata. É um fenômeno físico químico conhecido, estudado, calculado e você pode entendê-lo sem maiores traumas e, no fim, descobrir como evitar a corrosão nas peças da sua embarcação. 

 

Por que ocorre a corrosão?

como evitar corrosão
 Porca que prendia o Hélice ao eixo de Inox.

Antes de saber como evitar a corrosão, é importante entender por que ela acontece. E é isso que você vai descobrir agora. 

Quando você põe dois metais diferentes conectados fisicamente ou eletricamente entre si e os mergulha na água do mar, você cria uma espécie de pilha. Ou seja, alguma quantidade de corrente flui entre esses dois metais.

Essa corrente, na verdade, são elétrons que estão sendo fornecidos por um dos dois metais, que se desfaz em íons dissolvidos na água e se depositam sobre o outro metal. Com isso, temos uma reação química chamada de “Corrosão Galvânica”. O resultado? A total destruição dos metais submersos de seu barco. 

A vítima mais comum da Corrosão Galvânica em embarcações é um hélice de bronze ou de alumínio em um eixo de aço inoxidável. Entretanto, outros metais também sofrem: os lemes, encaixes dos lemes, rabetas, tomadas de água e registros   submersos  também correm sérios riscos. 

 

Como evitar a corrosão do barco?

Agora que você já entendeu por que ocorre a corrosão, é hora de saber como evitar a corrosão do seu barco.  

Assim, para evitar a Corrosão Galvânica é necessário adicionar um terceiro metal no circuito. Simples, certo? Você só precisa utilizar um metal menos nobre, ele será responsável por doar seus elétrons mais facilmente do que os outros dois, assim, ele se dissolve antes.

Esse terceiro metal tem nome: ânodo de sacrifício, sendo que o metal mais usado para esse fim é o Zinco. 

 

Torne o ânodo de sacrifício ainda mais eficiente

Não basta adicionar um terceiro metal no circuito, o chamado ânodo de sacrifício, mas é necessário, também, cuidar desse metal de maneira adequada.

Isso porque ao cuidar dos ânodos de sacrifício ou de seus “Zincos”, quando os ânodos se dissolvem completamente, aqueles metais que antes estavam sendo protegidos passam a se dissolver livremente. Além disso, a eficiência de um sistema de ânodos depende da área de sua superfície.

 

Como utilizar ânodo de sacrifício

Antes de correr para pôr em prática o sistema de ânodo de sacrifício para evitar a corrosão do barco, anote algumas dicas. 

  • Primeiro, saiba que a área da superfície do zinco necessária, ou seja, a quantidade certa para evitar a corrosão dos outros metais, varia de acordo com o tipo do metal que está sendo protegido e com a composição química da água. Mas, de modo geral, você pode usar 1% da área de superfície do metal protegido como um ponto de partida;
  • Uma vez instalado o ânodo de sacrfício, verifique o metal protegido com frequência. Se você encontrar sinais da corrosão mesmo com o zinco, significa que você necessita de mais área de superfície de Zinco. 
  • Hora de substituir: quando os zincos apresentarem 50% de desgaste por corrosão, você deve fazer a substituição. 

A verdade é que normalmente você não vai calcular a quantidade de Zincos que você necessita. Na prática, você simplesmente troca aqueles já usados por novos. No entanto, o ideal é que essa troca não seja necessária com muita frequência. Se perceber que isso está acontecendo, coloque uma área maior de Zinco.

 

Como escolher o Zinco para o ânodo de sacrifício

Agora você já entendeu o segredo de como prevenir corrosão nos metais. Como última dica, é importante que você saiba que a duração de um ânodo de sacrifício varia em função de seu peso. Assim, se você deseja que seu Zinco dure mais,  você necessita instalar uma massa maior de Zinco. 

A origem de seu Zinco também tem papel importante. É comum encontrar ânodos de Zinco feitos de restos reaproveitados. Ou seja, restos de Zinco são fundidos numa nova forma e pronto. Mas atenção: isso é fraude. 

O ânodo de Zinco só é eficiente se estiver dentro das especificações corretas e todas estas especificações exigem um grau de pureza superior a 99% de Zinco na liga do ânodo. Então, aqui vai mais uma dica: os ânodos de Zinco são relativamente baratos, procure comprá-los de fornecedores idôneos e com certificado de qualidade. 

 

Dicas para instalar ânodos de sacrifício e evitar a corrosão

Você não precisa apenas se certificar da quantidade certa e da pureza do Zinco, como também garantir uma instalação correta para evitar a corrosão. 

Zincos não podem ser instalados em qualquer lugar, ele só é eficaz se fizer contato elétrico com o metal que está protegendo. Assim sendo, a melhor forma de realizar essa proteção é montando o Zinco diretamente sobre o metal a ser protegido, para isso, as superfícies devem estar bem limpas. 

No entanto, quando é inviável a instalação em contato com o metal a ser protegido, a solução é conectá-lo ao Zinco através de condutores elétricos que correm pelo fundo do casco, o que é feito através da malha de aterramento. 

É também de fundamental importância manter todas as conexões da malha de aterramento limpas e bem apertadas. Além disso, um bom contato elétrico é indispensável para que os Zincos desempenhem bem a sua função. 

Por último, mas não menos importante: ânodos de sacrifício são eficientes apenas se estiverem expostos, então, jamais os pinte, nem mesmo com tinta venenosa. 

Para um resultado seguro e eficiente, conte com um bom profissional de elétrica. Ele pode medir e analisar seu sistema de proteção catódica com equipamento adequado. O equipamento fornece um diagnóstico completo. Ele informa a qualidade da proteção dos metais que estão submersos, bem como se o nível Zinco utilizado é adequado. Além disso, também avalia se a malha de aterramento está íntegra e se, de fato, todos os metais submersos estão protegidos. 

Aqui na Electra Service, você encontra profissionais certificados e experientes para realizar a instalação de ânodo de sacrifício, bem como realizar outros tipos de manutenção. Mande uma mensagem aqui no site ou pelo WhatsApp.