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CORROSÃO GALVÂNICA
A corrosão química, conhecida como corrosão galvânica, acontece quando dois metais diferentes, com potenciais distintos são conectados um ao outro e mergulhados na água do mar. Metais menos nobres, ou mais negativos, são chamados de anodos e acabam perdendo material para os íons da água do mar que os levam até os metais mais nobres, ou mais positivos, chamados de catodos.
Dois metais distintos e imersos em água salgada, porém não conectados entre si, também irão se corroer numa velocidade particular inerente às suas características. Nós não queremos que um destes metais seja nosso leme de Bronze certo? Assim conectamos a este um anodo de zinco, que se sacrifica reduzindo a velocidade com a qual o leme se corroeria sozinho.
Talvez o pior e mais severo tipo de corrosão eletroquímica seja aquela causada por correntes parasitas. Estas correntes elétricas ocorrem quando a corrente elétrica usa os metais submersos do barco para chegar a determinado lugar. Isso pode acontecer se um equipamento não estiver bem aterrado à rede elétrica e apresentar alguma falha em sua isolação, se este equipamento estiver conectado à malha que liga os anodos de zinco aos metais submersos, haverá corrente fluindo dos metais submersos para a terra.
Corrosão por correntes parasitas é extremamente rápida e danosa podendo destruir todos os metais submersos.
RÁDIO VHF
Realmente, após a bússola, não há equipamento mais importante abordo do que o Rádio VHF. Ele permite o contato com outras embarcações, marinas, bombeiros e Capitanhia dos Portos, e em caso de emergência, pode ser ouvido por todos aqueles que estiverem nas proximidades.
O Rádio VHF (Very High Frequency) opera na faixa da Freqüência Modulada (FM), e tem por norma a sua potência limitada em 25 Watts. Estes aparelhos normalmente têm um botão que permite a transmissão em 1 Watt quando falamos com embarcações ao nosso redor ou com a Marina se estivermos nas proximidades.
O alcance de um Rádio VHF fixo, e a qualidade de sua transmissão e recepção estão intimamente ligados à qualidade e tamanho de sua antena, assim é fundamental ter as antenas em bom estado e na posição vertical, antenas inclinadas podem até ficar bonitas más causam perdas sensíveis à capacidade de transmitir e receber.
Embora a Marinha determine a utilização dos canais 67 e 68 como canais de chamada os Iates Clubes, Marinas e outras estações costeiras, vem utilizando além destes, outros canais como o 69, 74 e 73. É norma internacional e a Marinha do Brasil também torna obrigatório que todas as embarcações em navegação, façam escuta no canal 16, inclusive os Navios. A partir de 01/01/2005, os Navios ficaram desobrigados a fazer escuta no canal 16 e toda e qualquer chamada de emergência passou a ser feita via DSC (Digital Selective Call) no canal 70. O Canal 70, que era usado como um canal qualquer, está agora reservado apenas para chamadas de emergência e não deve ser usado para outro propósito. É de fundamental importância proteger este canal e mantê-lo desocupado.
O Sistema DSC é um sistema semi-automático, criado pela International Maritime Organization (IMO) como padrão para estabelecer chamadas de rádio VHF e SSB. O sistema faz parte do Global Maritime Distress and Safety System (GMDSS). O DSC é reservado ao anúncio de urgências, chamadas de perigo, emergência e avisos relacionados à segurança.
SONARES
Os sonares são velhos conhecidos em embarcações de pesquisa e pesca profissional e sempre foram equipamentos muito grandes e caros, isto inviabilizava a compra e até mesmo a instalação em embarcações de esporte e recreio. Hoje existem equipamentos menores e mais bem mais acessíveis e a tendência é que o pessoal da pesca oceânica comece a instalá-los, o que já é comum fora do Brasil.
O sonar normalmente permite que se façam buscas em toda a volta do barco ou em regiões pré-determinadas como lado a lado em baixo ou só à frente e por esta razão, pode ser usado também como um valioso auxílio à navegação quando estamos em locais cuja topografia submersa é desconhecida.
Uma das partes que compõe o sonar é seu sensor que é uma parte móvel. Sai do casco, ou se retrai para dentro do mesmo quando liga ou desliga-se o equipamento. Por esta razão só podemos usar o sonar em baixas velocidades, algo abaixo de 12Knots e a velha e boa sonda não pode ser dispensada, pois esta, se bem instalada, nos indica a profundidade e a tendência do relevo de fundo em velocidades maiores.
De qualquer forma, acho que o sonar veio para ficar e vai atender aquele que vai partir para uma atividade de pesca ativa, pois permite ir atrás do peixe no real sentido da expressão.
DIFERENÇAS BATERIAS AGM E GEL DA MASTERVOLT
As baterias AGM são uma nova geração de baterias seladas tipo ácido chumbo, desenvolvidas na década de 80 para uso em aviação militar onde a confiabilidade e o desempenho são fundamentais. AGM é abreviação de Absortion Glass Mat, o ácido é absorvido melhor e mais rápido pelas placas de chumbo da bateria, pois uma fina manta de fibra de vidro imobiliza o ácido entre as mesmas. Não é nosso objetivo ir muito a fundo na química da questão más é interessante ressaltar que a bateria de AGM tem uma resistência elétrica interna extremamente baixa. Isto, combinado com a migração ácida mais rápida, permite que as baterias de AGM forneçam e absorvam taxas mais elevadas da corrente elétrica do que outras baterias seladas durante a descarga e carga das mesmas. Além disso, as baterias da tecnologia de AGM podem ser carregadas em tensões normais como qualquer outra bateria ácido-chubo, conseqüentemente, não é necessário re-calibrar os sistemas já instalados ou comprar carregadores especiais.
Por outro lado temos a bateria de GEL que é uma bateria selada de ácido-chumbo onde o eletrólito não é líquido e sim gelificado. Com isso há uma menor evaporação e um aumento da uma vida útil além de e um maior número de ciclos de carga e descarga. Estas baterias suportam melhor descargas profundas e ambientes com vibração, choque e altas temperaturas. Além disso apresentam uma tensão mais estável durante o processo de descarga, o que as torna ideais para utilização com inversores. As baterias de Gel devem ser carregadas com tensões mais baixas, portanto os carregadores ou alternadores devem estar devidamente regulados para este tipo de baterias. As baterias de GEL são mais caras, porém duram muito mais. Na ponta do lápis, no longo prazo, acabam sendo um bom negócio.
RADAR FAZ MAL À SAÚDE?
Um radar emite pulsos curtos de radiação de microondas, que,como a luz, é refletida por obstáculos.O radar detecta os pulsos refletidos e do atraso de tempo entre a emissão do pulso e a chegada de sua reflexão, calcula a distância até o obstáculo. Este processo é repetido inúmeras vezes rnquanto a antena faz a varredura no horizonte.
Caso essas emisões de microondas forem de intensidade o suficientemente elevada, podem ser perigosas para a nossa saúde. Os níveis seguros de exposição às microondas que uma pessoa pode se submeter são especificados por organismos internacionais e não devem ultrapassar os 10 W/m² ( Watts por metro quadrado). Para saber a distância mínima de exposição é necessário a consulta ao manual de operação do radar, pois varia com a potência, e de fabricante para fabricante. De uma forma geral, a antena do radar deve ser montada o mais alto possível. Você deve igualmente se assegurar de que o radar não esteja transmitindo quando algum membro da tripulação estiver trabalhando ao lado da antena e todos abordo devem ser instruídos sobre os perigos da exposição às emissões da antena de radar, por exemplo, criando regras abordo, de forma que seja sempre mantida uma distância segura de pelo menos 2 metros quando alguém estiver no mesmo plano da antena do radar e este estiver transmitindo.
MIAMI BOAT SHOW 2009
Miami International Boat Show 2009 é a feira de comércio marítimo que terá início a partir do dia 12 de fevereiro de 2009 e vai até o dia 16 de fevereiro de 2009 no Miami Beach Convention Center. Nesta feira os fabricantes líderes na indústria marinha irão apresentar o que existe de mais novo em motores, barcos a vela, eletrônicos marinhos entre outras coisas.
NOVO CONTRÔLE REMOTO UNIVERSAL SEM FIO PARA VHF
Robusto e à prova d’água, o WR20 é o novo lançamento da SIMRAD. Recém apresentado, já foi premiado com o Inovation NMMA (National Marine Manufacters Association ) AWARD 2006 no último Miami Boat Show.
Trata-se de uma evolução no mundo da eletrônica embarcada, pois, nunca antes um fabricante conseguiu níveis do controle tão amplos sobre uma rede inteira de equipamentos eletrônicos num único dispositivo compacto e sem fio.
O WR20 é uma unidade repetidora do VHF que permite receber chamadas e falar no rádio VHF em qualquer lugar da embarcação, é possível também ter total controle do Piloto Automático na palma da mão, ou ainda acessar todos os dados de navegação. O pequeno controle remoto ainda faz ajustes do Radar, da Sonda e do GPS-Chartplotter, proporcionando ao usuário total controle de todos os equipamentos.
O controlador WR20 usa a tecnologia wireless Bluetooth, oferecendo um alcance de até 100m, o que cai sob medida para qualquer embarcação.
Quer obter mais informações sobre este ou outros produtos, ligue (13) 3354.3599 ou envie um e-mail para contato@electraservice.com.br
SIMRAD INOVA COM O LANÇAMENTO DO SISTEMA GB60
O sistema “Glass Bridge” GB60 da Simrad fornece aos navegadores uma vista geral total de seus arredores e o controle completo da embarcação com o uso de uma tecnologia poderosa. O sistema é baseado em um “Black Box” ou caixa preta com processador duplo redundante , o que torna o equipamento extremamente seguro. Os dados processados podem ser vistos em até 12 monitores múltiplos e cada monitor pode ser configurado para ter diferentes visualizações, assim pode se ter toda a combinação das aplicações possíveis.
Radares com velocidade variável , sistemas de cartografia vetoriais ou raster , dados de navegação, processamento de informações para formação de imagens tridimensionais, sonda e entradas de vídeo podem ser mostradas em telas de 12” , 15” ou 19” de alta definição.
INACE 107" TOTALMENTE EQUIPADA COM SIMRAD
A Electra Service e a SIMRAD foram as empresas escolhidas para participar do projeto do Motor Yacht mais bem equipado já fabricado no Brasil. Todos os equipamentos são SIMRAD, com uma única exessão do SSB que não é fabricado pela marca. A embarcação possui dois sitemas independentes, sendo um deles um sistema profissional IMO-Solas, e um sistema auxiliar para Iates de grande porte. Ambos os sistemas se comunicam entre si e são redundantes.
DESCRITIVO DO PILOTO AUTOMATICO AP25, 26 e 27 S
A Electra Service, distribuidora exclusiva da SIMRAD no Brasil, tem o prazer de apresentar seu sistema
de Piloto Automático da Série AP25, 26 e 27.Com a nova série de Pilotos Automáticos
SIMRAD AP25, AP26 e AP27 a SIMRAD oferece 3 tipos de displays diferentes para o sistema de Piloto Automático.
Os modelos AP25, 26 e 27 são vendidos em
sistemas flexíveis que se adaptam a cada
necessidade, com uma vasta gama de drives e
acessórios. Cada um dos Displays pode ser
usado como comando único ou como uma
estação adicional. Há 3 modelos de computador para drives de 10 a 40 Ampéres em 12 ou 24 Volts.
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